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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

As modas alimentares impedem a busca do verdadeiro emagrecimento




Nos dias de hoje existem inúmeros livros, artigos e informações sobre dietas, cuja finalidade é a perda de peso e melhora da qualidade de vida. São conhecidas como "dietas da moda" e são padrões alimentares passageiros, pois não promovem uma reeducação alimentar.

De maneira geral, essas dietas são distribuídas a todas a pessoas e não levam em consideração os hábitos individuais, bem como a situação econômica, o estado de saúde de cada pessoa, a quantidade de calorias necessárias durante o dia, além da quantidade e proporções dos nutrientes que cada um necessita.

Essa enorme variedade de dietas lançada no mercado, deixa as pessoas cada vez mais confusas, mal educadas para uma alimentação saudável, além de desnutridas e viciadas, levando a uma saúde extremamente frágil e promovendo aumento de peso ao longo da vida.

Quando não é possível a manutenção de um hábito alimentar que seja saudável, ocorre um processo denominado "efeitos sanfona", que nada mais é, do que a repetida perda e ganho de peso resultante das dietas para emagrecer. Na grande maioria das vezes, este fenômeno adapta o peso nivelado sempre pelo peso maior.

Ao longo da vida, o "efeito sanfona", provoca quedas acentuadas e constantes no cabelo, na qual ocorre brilho e o deixa mais seco; enfraquece as unhas; aumenta a flacidez; provoca o envelhecimento precoce; entre outros. Estima-se que para cada 5% de aumento de peso acima do apresentado na fase adulta, ocorre um aumento de 200% no risco de desenvolver diabetes, além de doenças cardiovasculares e obesidade na meia-idade. O ideal é evitar ganhos de peso maiores do que 5Kg.

As dietas da moda enfatizam a perda de peso de forma rápida e não se preocupam com a dieta realmente balanceada e adequada de nutrientes. Depois de um longo período de uso dessas dietas, a pessoa fica muito mais vulnerável a diversas deficiências nutricionais e pode ocasionar inúmeros riscos à saúde, levando à diminuição da qualidade de vida.

Assim, as expectativas das dietas deixam de ser atendidas, o que leva à falhas na manutenção do peso, ao sentimento de culpa, ao fracasso, além de uma sensação de que nunca vai conseguir.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Análise das principais dietas Parte 1


    Este é o primeiro de vários posts que publicaremos sobre as principais dietas, com os seus prós e contras. Esperamos que sejam proveitosos a todos.


Dieta do Tipo Sanguíneo

  Foi criada por um naturopata norte americano, cuja linha é que dois pontos foram importantes para basear a dieta: as lecitinas (que são proteínas presentes nos alimentos e são responsáveis pela variação individual de acordo com o tipo sanguíneo) e a teoria de que o tipo sanguíneo determina as funções digestivas, estrutura imunológica. Além disso, afirma-se que alguns alimentos podem causar emagrecimento ou aumento de peso.

  Crêe-se que:

  Grupo Sanguíneo Tipo O: seriam "caçadoras carnívoras", devendo ter um consumo aumentado de carnes vermelhas, e evitar aveia, trigo e grãos.
  Grupo Sanguíneo Tipo A: seriam "vegetarianos dóceis", devendo seguir a linha vegetariana.
  Grupo Sanguíneo Tipo B: seriam "onívoros" e devem realizar dieta variada, este grupo é o único que pode consumir leites e derivados.
  Grupo Sanguíneo AB: seriam uma junção das intolerâncias e benefícios dos grupos A e B.

  Ponto Positivo: A venda do livro que dissemina a prática dessa alimentação.

  Ponto Negativo: Poucas pesquisas e não são validadas cientificamente. Baixa ingestão de cálcio a longo prazo, pode provocar problemas de saúde óssea. Independente do tipo sanguíneo do indivíduo existem restrições alimentares que são fundamentais para o bom funcionamento intestinal e contra doenças degenerativas. Não existe comprovação científica entre tipo sanguíneo e queima do tecido adiposo (gordura). A sensação de fome e sofrimento são grandes e podem levar à perda de massa muscular ao invés da perda de gordura.